Noivinhas de Luxo

Os convites de papel semente – CASAMENTO GUIM (Post 1 de 14)

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Hoje vou começar a série CASAMENTO GUIM (que vai contar com 14 posts) contando os melhores momentos do casamento.


O adjetivo que mais ouvi sobre o meu casamento foi “diferente”. Era exatamente o que eu queria. Sou uma pessoa que tem um mix de tradicional e fora do comum. O meu casamento não poderia fugir disso.


Para quem não conhece a nossa história e quer ver como foi o nosso noivado, clique aqui.


Vamos começar pelo começo:


O convite


Sempre achei que o casamento precisava ter uma identidade visual. O meu casamento seria durante o dia, em um sítio, na grama. E eu gostaria que o convite refletisse isso. Além disso, eu sou uma pessoa que não guarda tranqueiras e convites de casamento pra mim são tranqueiras (já peço desculpas para os noivos dos casamentos para os quais fui convidada, mas joguei o convite fora).


Fiz uma enquete no meu Facebook perguntando quem guardava convites de casamento. Resultado: 90% das pessoas jogam fora. Pensei que não dava para investir 15, 20 reais em cada pedaço de papel que tão logo o casamento passasse seria jogado no lixo.


A solução então era achar algo que pudesse ser útil ou divertido. Encontrei os convites feitos de papel semente. E amei a ideia. Além de ser um papel reciclado e ecologicamente sustentável, se você plantar o convite nasce uma plantinha. Era rústico, um papel grosso, imperfeito (por ser reciclado), mas combinava com a proposta do meu casamento. Pedi o orçamento para a empresa e felizmente coube no meu bolso. No entanto, a empresa só fazia a impressão do convite, a arte eu teria que entregar pronta.







A arte


A arte me deu um pouco de trabalho. Primeiro contratei uma moça que me apresentou poucas opções e eu não consegui que ficasse do jeito que eu imaginei. Rescindi o contrato e fui atrás de outra profissional. Aí encontrei a Gabriela Malta. Um amor de pessoa que conseguiu transcrever as minhas palavras em desenho (Gabiiiiiiii, obrigada). Falei mais ou menos o que eu procurava e ela me apresentou diversas opções. Fomos lapidando até que chegamos à versão final.


Frente:

Verso:


Junto com a arte do convite já veio o monograma, também feio pela Gabriela.




Enviei a arte para a gráfica e eles me enviaram os convites dentro do prazo combinado. Alguns vieram cortados tortos ou com umas marcas de tinta. Enviei email para a empresa relatando que eu tinha alguns convites imperfeitos. Eles prontamente me enviaram convites para a reposição.


A Gabriela fez também a arte dos convites individuais e as tags que eu optei por imprimir em uma gráfica indicada pela Gabriela em papel couchê, que saia bem mais barato que a unidade do papel semente. 



Nós colocamos nas tags os apelidos das pessoas, ou como as chamamos no dia a dia, achamos antiquando o Sr. Fulado e Sra. Fulana. 



No verso do convite individual colocamos o mapa:



A finalização


Até aqui eu tinha o convite impresso, as tags e os convites individuais, mas eu precisava finalizar o convite.


Comprei um sisal fininho no taguacenter – foi bem barato – para fazer os lacinhos fechando o convite e os clipes pequenos para fixar os convites individuais no convite principal.




Agora eu precisava selar os convites, pois tinha decidido não ter envelope (para baratear e pq achava que acabava com a beleza do convite). Conversando com outra noiva descobri que eles cobravam, em média, um real para selar cada convite. Achei caro demais. Peguei a seladora empresada com uns amigos que fiz no curso de noivos e eles me deram umas dicas de como usar a máquina – é simples, mas tem umas dicas que ajudam muito. (Nayara e Ivan, obrigada!!!!). Dica: Faça isso em local aberto, o cheiro do plástico derretido é muito forte. Para ler sobre o curso de noivos clique aqui. Comprei os plásticos e a fita de teflon para usar na máquina. O único problema é que os plásticos só são vendidos de mil em mil. Eu só precisava de 150. Mas mesmo assim saiu bem mais barato do que mandar selar.









Agradecimento especial à Priscilla (minha cunhada) que nos ajudou na linha de produção na hora de montar os convites.



A Gabi também fez a arte do cartão “casamento desconectado” e as lágrimas de alegria. Aguardem os próximos posts. 

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